O idealizador

Isael Pastuch, incentivador da comunicação!

 

isael pastuchIsael Pastuch, homem religioso, professor de Educação Física e amigo de todos. Dedicou sua vida ao ensino em União da Vitória. Trabalhou no Colégio Estadual Túlio de França e também na secretaria da FAFI.

Venho para a Uniuv com a missão de ampliar os cursos da Instituição. “Era uma pessoa extremamente inteligente, pensava para frente, lia muito”, relembra o reitor do Centro Universitário de União da Vitória, Jairo Clivatti.

“O pessoal precisa pensar, se comunicar”, dizia o professor em suas andanças pela Uniuv, então Face.

No curso de Comunicação Social, Pastuch é lembrado com carinho. Como precursor da criação do curso de Relações Públicas e, mais tarde, Jornalismo e Publicidade e Propaganda, Pastuch foi quem contatou todos os professores. “Depois de aposentado foi convidado a trabalhar na Uniuv, ocasião em que o conheci. Era um grande amigo de meu pai, mas só fui saber disso depois. Acho que ele sabia do potencial do corpo docente jovem e acreditou nisso”, diz o atual coordenador do curso de Jornalismo, Lúcio Passos.

Uma de suas principais características era o incentivo na qualificação do corpo docente. Segundo Jairo, todas as vezes que ia a Curitiba, o professor Pastuch voltava com pilhas de livros que distribuía aos professores.

As professoras de Jornalismo, Ana Cristina Bostelmam e Angela Farah, lembram da imagem do secretário como um grande incentivador e afirmam que ele foi fundamental para a autorização de suas primeiras especializações como professoras. “Foi ele quem disse: Vão lá meninas, vocês vão fazer”, conta Angela.

“Generoso, ajudava em sigilo a pagar as mensalidades de alunos que não podiam”, revela uma das primeiras coordenadoras do curso de Comunicação Social e atual Pró-reitora de Extensão e Cultura, Fahena Porto Horbatiuk.

Pastuch pensou no curso de Comunicação como uma graduação possível e importante para a sociedade. “Ele acreditava que para a Face se tornar Universidade não adiantavam apenas investimentos, as pessoas tinham que saber se comunicar e por isso a criação do curso de Comunicação Social era essencial para ele”, afirma Clivatti.

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